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quarta-feira, 11 de julho de 2012

[Análise] Metal Gear Solid 4



Título: Metal Gear Solid 4: Guns of Patriots


Desenvolvedora: Kojima Productions


Publicadora: Konami


Estamos em 2014, cinco anos após os incidentes em Big Shell (MGS2). MGS4 traz um mundo onde a intervenção militar em solo estrangeiro está proibida, aumentando a necessidade de Private Military Companies (Companhias Militares Privadas, PMCs), para travar guerras de negócios. A nanotecnologia tornou-se importantíssima, tanto para aumentar as habilidades dos soldados, como para reforçar a fidelidade dos mercenários.


Reunindo um exército capaz de rivalizar com o americano, Liquid-Ocelot prepara uma revolta armada com o objectivo de tomar controle absoluto do SOP. Com o mundo mais uma vez em crise, um desacreditado Solid Snake é "jogado" no Oriente Médio com a missão de eliminar definitivamente Liquid.


À primeira impressão, termos uma cutscene dramática e gráficos com ainda surpreendem mesmo após 4 anos de seu lançamento. Mas logo depois há um certo estranhamento pois você controla Snake no meio de um tiroteio, e vai persistindo o mesmo esquema: Você é posto num campo de guerra, mata quem estiver perto, e o atravessa. 


O Stealth vai sendo esquecido, parece que Kojima preferiu transformar MGS num shooter. Ainda há espionagem, mas ela perde todo o destaque. Sua roupa muda de cor sozinha, não é necessário mas procurar por disfarces. Sua vida, bem, realmente a medicina de 2014 é muito avançada pois você é quase invencível. Tanto a saúde como as munições não precisam de cuidado, é só você acessar o Shop no menu que mesmo no lugar mais remoto do mundo os medicamentos e armas magicamente aparecem no seu inventário.


No meio da campanha surgem fases mais diferenciadas que te prendem ao jogo, mas apenas para entrar um outra repetição. A lutas são um ponto alto do jogo, exceto a do Crying Wolf, por que um mecha de lobo do tamanho de um carro que dizima exércitos em segundos oferecer quase nenhuma resistência a um velho é difícil de engolir (você só morre algumas vezes por causa dos minions). 
Quanto ao enredo, ele não é ruim, fala muito sobre a origem de Snake e Liquid, mas a forma como ele é contado (de forma arrastada e por meio de cutscenes longuíssimas e cansativas) é meio desmotivadora.


A parte visual é que ganha destaque: arte é belíssima, os mechas foram muito bem desenhados, e a engine gráfica também trabalha bem, com qualidade e sem queda de FPS (Frame per Second).


Mas afinal, é bom ou não?

MGS 4 é um exemplo com o que vem acontecendo com o mercado atual de games: as pessoas não exigem mais tanto dos produtores. Não é um jogo ruim, ele É interessante, mas não chega nem aos pés de seus predecessores. Esse capítulo da saga de Snake é dispensável com todas as letras, se eu fosse recomendar para alguém, seria para quem tem muita paciência e saiba curtir um enredo bom.

Nota. 7,0 (Cool)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Liberdade?


Quem é que não sente vontade de ir embora? Vontade de ver as coisas que o mundo tem a oferecer? Alguém já chegou na conclusão de que o mundo não se resume a sua casa, a sua cidade?


É como eu me sinto, preso dentro de um lugar, sem estar relativamente preso, preso nos conceitos impostos pela família com que eu vivo, sem concordar com as atitudes dos outros dentro dessa residência, quem sabe indo embora, eu pudesse algum dia sentir a verdadeira liberdade que todos aclamam e sonham em ter, mas liberdade nada mas é do que o direito total e pleno sobre si mesmo, o direito de "ir e vir" que consta nas "leis". 

Então sim, essa é a liberdade pela qual eu aclamo, a liberdade de não ter que receber ordens que não correspondem com meus princípios e pensamentos, a liberdade de não ter que ouvir oque eu não quero ouvir, ir onde não quero ir, e fazer o que não quero fazer. Isso é a liberdade, liberdade nada mais é do que INDEPENDÊNCIA.

Por Luke

segunda-feira, 25 de junho de 2012

[Análise] Trigun

Tive muito cuidado com essa crítica. Trigun foi um dos primeiros mangás que eu li, e também um dos melhores.



Autor: Yasuhiro Nightow



Ano: 1996-1997 / 1998-2008



Editora: Tokuma Shoten e depois Shounen Gahosha



Estúdio: Madhouse



Conta a história do tufão humanóide Vash the Stampede, ou Estouro da Boiada na versão brasileira (oh god, why). Vash é o pistoleiro mais temido de uma terra desértica, com uma recompensa de 60 bilhões duplos por sua cabeça, e tido como responsável pela destruição completa da Cidade de July. Entretanto Vash é um pacifista ferrenho que evita agressão ao máximo e não admite matar em hipótese alguma.

Independente de gostar de violência ou não, ela o persegue: os lugares visitados por Vash são sempre arrasados por suas intervenções bem-intencionadas ou por pessoas buscando a recompensa. Uma dupla de agentes da companhia de seguros Bernadelli (Meryl Strife e Milly Thompson) o segue tentando minimizar os estragos provocados por sua passagem.


O melhor de Trigun sem dúvida é o Vash. Ele é icônico, ele é único, um dos melhores protagonistas que já vi num mangá. E mesmo com um personagem principal desses, os secundários não se desvalorizam, todos com um estilo, um jeito, uma forma de marcar você. Claro, principalmente o Wolfwood. Em quantos mangás você vê um padre com uma metralhadora/lança/granadier em forma de cruz?.

O enredo flui muito bem, sabendo equilibrar o humor, a ação e a tensão. As sequências de ação são muito bem trabalhadas e muito criativas, apensar que em certos momentos você ter que prestar bastante atenção para não se “perder”. Você se surpreende quando a história toma ares mais sérios, fica um ambiente super bacana e os toques de ficção científica vão dando um estilo mais fuck yeah legal ainda.

Quanto ao anime, é bem feito e tem uma das melhores dublagens que eu já vi. Mas ele não tem nem um décimo do impacto que tem no mangá, fica com cara de “só mais um”. A melhor coisa do anime provavelmente é a ending (segue aqui: http://www.mp3.animaniaclub.com.br/download-mp3/947/ ). Agora vou postar essa imagem super legal que vi aletóriamente




Mas então, Dyn-sensei?
Trigun tem personagens incríveis e marcantes. O enredo é original, elaborado e divertido de se ler. Recomendo aos amantes de western, a quem procura por ação, e a quem quer ver um mangá com um final profundo.

Nota: 10 (Masterpiece)

domingo, 24 de junho de 2012

[Análise] Danshi Koukousei no Nichijou

Este é o primeiro dos reviews. Breve, iremos padronizar essa porcaria

Vamos a parte técnica:


- Título: Daily Lives of High School Boys (男子高校生の日常 Danshi Kōkōsei no Nichijō)

- Autor: Yasunobu Yamauchi

- Revista: Gangan ONLINE (Square Enix)
  
- Estúdio: Sunrise / TV Tokyo


Danshi Koukousei (demora pra decorar o nome) fala da vida dos colegas de classe Tadakuni, Yoshitake e Hidenori. São várias histórinhas curtas sobre o dia-a-dia deles.

A princípio dá pra ver o o grande lance deste anime: as coisinhas non-sense que fazemos com os nossos amigos. O anime investe em situações do qual o público se indentifique e em personagens carismáticos e numerosos. Em formato de sketches ele vai criando um pequeno enredo que as liga uma nas outras.
Não recomendo que vejam tudo de uma vez, pois assim as piadas podem perder a graça, e também o anime não exige tal coisa.
Apesar de alguns esquecimentos, DKNJ consegue manejar bem seus personagens, os apresentando e incluindo em suas sketches em diversas maneiras. Todos os episódios tem um humor otaku e super WTF (as vezes demais), bem apropriado ao formato de anime.

Quanto a produção, não tenho reclamações. A Sunrise fez um trabalho muito bom, sem falar na OP e na ED ótimas.

No decorrer dos episódios, se percebe algumas histórias sem graça ou previsíveis mas surpreende quando as histórias vão se conectando e a emotividade do final dá um toque fantástico .

Mas então, Dyn-san?

E finalmente, digo que é muito divertido, um exelente gag. Eu recomendo a verem casualmente, sem pressa. Pois também vocês realmente ficarão ansiosos pela segunda temporada.

Nota: 8,5 (Tchu Loco)





Romance Dawn! for the New World


Nossa, a quanto tempo galera!

Estou tirando o pó desse blog pra falar que ocorrerão umas mudanças:

1 - Vamos retornar com as postagens, esperamos que esse tempo em hiato tenha atiçado nossas cabeças.

2 - Vamos mudar o template. Quem providenciará isso é o nosso caro Lucas. 

3 - Vamos adicionar mais dois postadores, entre eles, o Lucas : D

4 - Pensamos em mudar o nome, mas isso não vai acontecer tão cedo, gosto do Abbey.

Até lá, vou postar uma reviews minhas. Espero que curtam.

Ah, e falando em curtir, aqui o twitter (wtf?) da nossa equipe:
- (Eu) Samir, the Boss : https://twitter.com/#!/DynastyOfDoom
- Holanda, the Calm: https://twitter.com/#!/Math_Holanda 
- Mari (ainda vou inventar um título pra ela): https://twitter.com/#!/Kodamare 
- Luke (também tenho preguiça de fazer um pra ele): https://twitter.com/#!/snow_zip

Quem somos nozes: